quinta-feira, 30 de julho de 2009

Conta-me histórias - Xutos e pontapés

Agora que pousas a cabeça
na almofada e respiras satisfeito
quero o teu amor sem sentido nem proveito

Agora que repousas
lentamente sigo a curva do teu peito
procuro o segredo do teu cheiro

Juntos fomos correndo lado a lado
Juntos fomos sofrendo ter amado
Amas a vida
e eu amo-te a ti

Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...

Logo acordas
e pedes-me um cigarro que eu não fumo
sonho planos do futuro

Logo juntas a tua roupa
e dizes que a vida está lá fora
passou a minha hora...
passou a minha hora...

Juntos fomos correndo lado a lado
Juntos fomos sofrendo ter amado
Amas a vida
e eu amo-te a ti

Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...
Conta-me historias daquilo que eu não vi...

terça-feira, 28 de julho de 2009

S.Jacinto



Os nossos sorrisos valem mais que mil palavras.


Obrigada, e que nunca caiam as pontes entre nós :')

sábado, 18 de julho de 2009

Para o JoãoTifosi

Desculpas o facto de te ter feito tão feliz, ter gostado tanto de ti e ter dado tudinho o que tinha por ti?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Autor desconhecido.

"às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não. e mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordenadamente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade. às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, anular do que desejar. ficará sempre a dúvida se fizemos bem, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor. às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada segundo, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão. às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. e partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. até lá é melhor que os os olhares nunca mais se cruzem, é melhor que o adeus seja para sempre, a partir daqui todas as palavras serão inúteis. mas mesmo assim nunca saberei até que ponto agiste com o coração, ou se foi apenas com a cabeça. até que ponto te entregaste ou apenas jogaste. até que ponto sentiste e agiste, ou apenas observaste. e é por nunca ter sabido realmente quem és, que um dia te esquecerei. quem fica, fica a ver, a pensar, a lembrar até se conformar e um dia então esquecer e ao contrário de ti .. eu não sou uma mera espectadora da minha própria vida. "

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Quantas vezes mais é que eu vou ser burra, vou confiar e dar tudo por uma pessoa que vai acabar a desiludir-me e a maguar-me?
Eu não aprendo mesmo.
Burra. Burra. Ah, e Burra.